Muitas pessoas penduram as toalhas no radiador, nas portas ou em um simples gancho, mas especialistas alertam: isso não é só ineficaz, como também pode ser prejudicial para a saúde e para o bolso.
Radiador não é boa escolha
Secar toalhas no aquecedor realmente acelera a secagem, mas ao mesmo tempo aumenta o consumo de energia e favorece o desenvolvimento de bactérias e fungos. O calor úmido cria um ambiente perfeito para micro-organismos, o que pode levar a alergias, irritações e problemas de pele.
Por que não é bom pendurar a toalha na porta?
Muita gente usa a porta do banheiro para pendurar a toalha, mas há pelo menos três motivos para abandonar esse hábito.
Primeiro, a toalha pendurada na porta fica mais exposta à poeira e a outras impurezas que circulam pelo ambiente. Usar esse tecido para secar o rosto pode favorecer o aparecimento de espinhas e irritações na pele.
Segundo, uma toalha molhada em contato com uma superfície de madeira pode, aos poucos, danificar a porta. A umidade faz a madeira inchar, a tinta descascar e, com o tempo, o peso da toalha pode sobrecarregar as dobradiças, causando deformações.
Terceiro, a toalha pendurada em um único gancho seca mais devagar. O tecido fica dobrado e com pouca circulação de ar, o que facilita a proliferação de micro-organismos.
Melhor forma de secar as toalhas
A solução ideal é estender a toalha em um local quente e bem ventilado, onde possa ficar totalmente aberta e secar por completo. Especialistas recomendam os suportes em formato de escada (ou “toalheiros tipo escada”). Graças ao desenho, eles permitem que o ar circule por toda a superfície da toalha, acelerando a secagem e reduzindo o risco de proliferação de bactérias.
Com que frequência trocar as toalhas?
Muitas pessoas trocam as toalhas com pouca frequência. A recomendação de especialistas é que cada pessoa da casa tenha a sua própria toalha de banho e que ela seja trocada a cada 3–4 banhos, em média duas vezes por semana.
Já a toalha de mãos, usada por toda a família, vale a pena ser trocada até diariamente, para diminuir o risco de transmissão de bactérias entre os moradores.





